Aninhar: um interior afetivo

Pinturas e autofotografias que propõem uma reflexão sobre a relação da artista com o seu próprio corpo.

 Por: SESI São José dos campos
01/02/201914:25- atualizado às 10:17 em 06/02/2019

A linha de reflexão traçada pela artista nessa pesquisa se relaciona com a capacidade que o seu corpo possui de se proteger, abrigar e de ser seu refúgio, em momentos de reflexão, fragilidade e recolhimento.

Nesse projeto, o corpo da artista é representado pela da metáfora do ninho, defendida pelo filósofo Gastón Bachelard. Para Bachelard o ninho é esconderijo, abrigo ligado aos conceitos de acolhimento e recolhimento. Entre outras coisas, o ninho também é um elemento que remete ao lugar que se habita, que é construído por meio do instinto, da vivência e da experiência.


“Através de minha produção visual sou capaz de aproximar de mim mesma, de mostrar-me mais verdadeira perante a mim e aos outros, sou capaz de encontrar meu lugar no mundo e tentar entendê-lo através da consciência corporal e do autoconhecimento”, segundo a artista.

 

Entrada Gratuita

até 1º de março | de terça a sábado, das 9h às 20h 

No Foyer do Teatro do SESI São José dos Campos

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